É impossível pensar em carnaval e não pensar em ruas cheias, agitação e aglomerado de pessoas. É por esse mesmo motivo que no carnaval sobe muito os casos de conjuntivite.

Primeiro: O que é conjuntivite?

Nossos olhos possuem uma membrana fina e transparente que protege o globo ocular contra corpos estranhos, essa membrana é chamada de conjuntiva. A conjuntivite acontece quando a conjuntiva inflama, fazendo com que seus vasos sanguíneos fiquem maiores, por isso os olhos ficam vermelhos. Ah, é importante também saber que existem três tipos de conjuntivite e cada um com seus sintomas: a bacteriana, a viral e a alérgica.

Alérgica: vermelhidão ocular, coceira e lacrimejamento (que também podem estar associados a espirros e coriza).
Bacteriana: Vermelhidão ocular, queimação, secreção e pálpebras aderidas.
Viral: Lacrimejamento, fotofobia, vermelhidão ocular, secreção aquosa e hemorragia subconjuntival.

A conjuntivite no carnaval

Situações com muitas pessoas, como datas festivas, aumentam as possibilidades de infecção, porém o carnaval dá ainda mais abertura para essa infecção, pela proximidade e contato físico. Os principais fatores que possibilitam a transmissão é pelo contato direto da pessoa infectada com outras pessoas, que podem acabar levando as mãos aos olhos. Mesmo ainda sem os sintomas, a pessoa pode estar com a conjuntivite e transmitir para outros. Coçar os olhos, dar um aperto de mãos e a outra pessoa também coçar os olhos em seguida é forma mais fácil de ocorrer. Há também o contato com gotículas de saliva em conversações próximas, além das altas temperaturas que diminuem a imunidade. Por isso, curta o carnaval mas leve álcool em gel e cuide da sua higienização, também use óculos escuros e proteção contra o sol, como chapéus. E em caso de ocorrer a infecção, cuide-se fazendo compressas frias sobre os olhos e limpeza com soro fisiológico.